SÉRGIO – I

Não ter um minuto que o exame de consciência desconheça. E por meio desse exame não produzir nada digno de consideração, na-da. Nada além de uma soma de aporias, operação cujo resultado converge não para o vazio (quão adorável, quão puro, quão limpo, quão sublime seria: o vazio), mas para uma coisinha qualquer, boba, sem graça, tediosa, que, sorrateiramente; agora, esgotadas as energias; sufoca tudo.

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